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O ouro no peito pesa para Arthur Nory. O ginasta de 26 anos entrou para o um seleto hall de campeões mundiais neste domingo e encerrou um jejum de seis anos sem um ouro para o Brasil em Mundiais. E desta vez o cenário foi bem diferente daquele da Olimpíada do Rio de Janeiro, em 2016, quando foi azarão na final do solo e arrancou um bronze. Em Stuttgart, Arthur Nory entrou como um favorito na barra fixa. Soube lidar com a pressão para crescer no momento decisivo e faturar o título.

- Agora eu sou um "contender" (candidato à medalha). Foi muito um trabalho psicológico. Conversei com meu técnico Batata (Hilton Dichelli), que ficou no Brasil, e com a psicóloga, a Carla. Cheguei sempre de azarão às finais, sem expectativa. Aqui vim com uma expectativa grande. Foi um trabalho que a gente teve de mudar, na cabeça, na respiração, todo esse trabalho mental para chegar aqui tranquilo e fazer o meu trabalho, fazer o meu melhor, minha melhor série - disse Nory.

Apesar de ter se classificado para a decisão na quarta posição, o brasileiro havia apresentado a segunda maior nota de partida entre os finalistas. Com 6,3 pontos de dificuldade, ele só ficava atrás de Lin Chaopan, com 6,5 pontos. Na final, o chinês falhou e ficou com 6,2 de dificuldade. Nory manteve a concentração, fez sua série de 6,3 de dificuldade com voos precisos para também ter a maior nota de execução da disputa: 8,600. A nota 14,900 foi a maior do brasileiro na temporada, justamente no momento mais decisivo.

- Era um sonho meu, era um objetivo ser campeão mundial. Vim trabalhando o ano inteiro pensando nesse Mundial. “Ah, não está bom para essa competição, mas vamos focar no Mundial”. Estava tão focado nesse Mundial, para essa final, para esse momento que aconteceu, deu tudo certo. É o trabalho de um equipe enorme. Fui quarto do mundo em 2015 e comecei a trabalhar bastante para evoluir. Isso é um trabalho a longo prazo, e o foco maior é Tóquio 2020 - disse o novo campeão mundial.



Em um novo patamar, Nory agora desponta como um forte candidato ao pódio na barra fixa da Olimpíada. A série de 6,3 pontos de dificuldade já está bem encaixada, mas o ginasta treina uma rotina com nota de partida ainda maior. Ele chegou a fazer um teste dessa série no Campeonato Brasileiro de agosto, mas sofreu uma queda. Era uma carta na manga que nem precisou ser lançada no Mundial de Stuttgart. Agora Nory vai ter nove meses para afinar a nova série e continuar como um favorito em Tóquio.

- Já recebi pressão do meu técnico (Cristiano Albino) que já está pensando em outra série, porque a gente vai continuar o trabalho. Visando sempre minha saúde em primeiro lugar, porque tenho que estar saudável. Cheguei aos trancos e barrancos. Meu ombro estava comprometido, mas foquei em ajudar a equipe. Estou muito contente. Vou voltar ao Brasil e recuperar para em 2020 estar arrasando.

Em Stuttgart, O Brasil classificou a equipe masculina ao termina em 10º lugar na disputa por times. Assim, o país vai poder levar aos Jogos de Tóquio quatro ginastas - ainda é possível garantir até mais dois ginastas extras. Agora campeão mundial, Arthur Nory desponta como favorito a uma dessas vagas da equipe verde-amarela.

https://globoesporte.globo.com/ginastica-artistica/noticia/de-azarao-a-campeao-no-mundial-de-ginastica-arthur-nory-se-ve-em-novo-patamar-rumo-a-olimpiada.ghtml
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Em busca de pontos para subirem na corrida olímpica de Tóquio 2020, Murilo Peres e Isadora Pacheco conquistaram neste domingo os títulos de campeões brasileiros de skate na modalidade park. Eles foram os destaques da etapa do STU Qualifying Series em Sapiranga, no Rio Grande do Sul, e somaram mais 3.300 na tabela de classificação para os Jogos Olímpicos.

Ainda que a pontuação para os campeões nacionais esteja muito abaixo dos principais campeonatos, como Dew Tour, Opens ou Campeonato Mundial, eles representam bastante para Murilo Peres e Isadora Pacheco, que brigam por uma das três vagas possíveis para o Brasil em Tóquio 2020 com outros compatriotas.

Na corrida, Murilinho é o 13º colocado internacionalmente, sendo que os brasileiros Luiz Francisco (2º), Pedro Barros (3º), Pedro Quintas (5º) e Mateus Hiroshi (11º) estão na sua frente. Já no feminino, Isadora é a oitava colocada, segunda melhor atleta do país, com Dora Varella em sétimo lugar.

No feminino, o título foi conquistado na emoção. Isadora Pacheco, que tinha errado as três primeiras voltas, acertou a linha na última oportunidade, quando conseguiu 78.17 pontos e ultrapassou Dora Varella, que liderava até então com 76.83. Já Murilo Peres teve uma trajetória mais tranquila. O skatista acertou a primeira volta, errou a segunda, e na terceira chance acertou todas as manobras, alcançando 91.50 pontos, garantindo o primeiro lugar. Pedro Quintas foi o vice-campeão com 90.50 pontos.


Com as vitórias, Isadora e Murilo não só garantiram o título da etapa, como também se consagraram campeões brasileiros da temporada 2019. Para o título geral, foram somados os resultados das etapas realizadas em Florianópolis (SC), Brasília (DF) e em Sapiranga (RS).

- Eu estava pensando nessa etapa já tinha um tempo. Desde Brasília, porque eu não fui muito bem lá. Mas acabou dando tudo certo, graças a Deus. Para começar bem essa segunda janela olímpica - disse Isadora.

Murilo Peres foi soberano no skate brasileiro em 2019. O skatista natural de São Paulo venceu as três etapas que disputou, fechando com chave de ouro a temporada brasileira.

- Para mim é muito gratificante poder andar em cada etapa, e executar o que eu planejo e venho treinando para que aconteça. Independentemente do resultado, a minha maior motivação é realizar o que eu estou buscando. Isso é que não tem preço. E ainda ganhar as etapas, faz o que já é especial, se tornar mais especial e eu só tenho a agradecer - concluiu.

Classificação final feminina no Rio Grande do Sul
1- Isadora Pacheco - 78.17
2- Dora Varella - 76.83
3- Emily Antunes - 74.00
4 - Erica Leguizamon - 72.00
5- Victória Bassi - 68.83
6- Deise Reis - 63.00
7- Karen Jonz - 58.17
8 - Camila Borges - 20.00

Classificação final masculina no Rio Grande do Sul
1- Murilo Peres - 91.50
2- Pedro Quintas - 90.50
3- Augusto Akio - 89.00
4- Vi Kakinho - 88.00
5- Vicenzo Damasio - 87.00
6- Pedro Carvalho - 85.67
7- Hugo Montezuma - 83.50
8- Victor Ikeda - 82.83

Classificação geral feminina de 2019:
1- Isadora Pacheco - 27.800
2- Dora Varella - 25.600
3- Emily Antunes - 18.900
4- Victoria Bassi - 17.160
5- Yndiara Asp - 16.500


Classificação geral masculina de 2019:
1- Murilo Peres - 32.000
2- Augusto Akio - 22.300
3- Vi Kakinho - 18.760
4- Hugo Montezuma - 16.260
5- Pedro Carvalho - 16060

https://globoesporte.globo.com/skate/noticia/em-busca-de-vaga-olimpica-murilo-peres-e-isadora-pacheco-sao-campeoes-brasileiros-de-skate.ghtml
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Maior campeã mundial e agora também maior medalhista da história. Simone Biles colecionou recordes no Mundial de ginástica artística. Foram cinco medalhas de ouro que levaram os Estados Unidos à liderança isolada do quadro de medalhas. Uma prévia de luxo para o que a americana de 22 anos está almejando na Olimpíada de 2020. Foi mais uma vez o diferencial para os Estados Unidos manterem a ponta do ranking.

E se a competição em Stuttgart foi a maior prévia para Tóquio, o Brasil tem motivo para celebrar. Não apenas se manteve no pódio como também quebrou um jejum de seis anos sem títulos graças ao ouro de Arthur Nory na barra fixa. Desde 2013, quando Arthur Zanetti se tornou campeão mundial na Antuérpia, o Brasil não subia no topo do pódio em uma grande competição. O ouro de Nory fez o Brasil saltar da décima para a quinta posição no quadro de medalhas do Mundial de ginástica em relação a 2018, quando Zanetti faturou nas argolas uma prata.

Quadro de medalhas de Stuttgart

País   Ouros   Pratas   Bronzes   Total
1 - Estados Unidos   5   2   1   8
2 - Rússia   3   3   3   9
3 - Grã-Bretanha   2   1   1   4
4 - Turquia   1   1   0   2
5 - Bélgica   1   0   0   1
5 - Brasil   1   0   0   1
5 - Filipinas   1   0   0   1
8 - China   0   3   2   5
9 - Itália   0   1   1   2
10 - Croácia   0   1   0   1
10 - Israel   0   1   0   1
10 - Taiwan   0   1   0   1
13 - Japão   0   0   2   2
13 - Ucrânia   0   0   2   2
15 - França   0   0   1   1
15 - Irlanda   0   0   1   1

Subiu
Turquia - A maior novidade no quadro de medalhas do Mundial foi a presença da Turquia. Pela primeira vez o país foi ao pódio e já estreou com um ouro e uma prata. Ibrahim Colak se tornou o novo número 1 das argolas. Ahmet Onder ficou na segunda posição das barras paralelas. A Turquia não conseguiu a classificação olímpica por equipes, mas garantiu seus três principais ginastas em Tóquio: além dos dois medalhistas, Ferhat Arican também se classificou.
Grã-Bretanha - também deu um salto no ranking, passando de décimo para terceiro. Com tradição na modalidade, os britânicos só levaram uma prata no ano passado, com Max Whitlock no cavalo com alças. Em Stuttgart, o campeão olímpico voltou ao topo do pódio. Joe Fraser faturou o título das barras paralelas e as irmãs Becky e Ellie Downie conquistaram suas primeiras medalhas individuais, uma prata nas barras assimétricas e um bronze no salto respectivamente. Os britânicos classificaram tanto a equipe masculina como a feminina para Tóquio.
Rússia - os russos mostraram força entre os homens, especialmente com Nikita Nagornyy, campeão do individual geral, do salto e por equipes. Entre as mulheres, além da prata por equipes (ano passado foi bronze), Angelina Melnikova conquistou dois bronzes, suas primeiras medalhas individuais. Assim, a Rússia tomou a segunda posição do quadro de medalhas, que pertencia à China. A Rússia já tinha classificado suas equipes para Tóquio no Mundial de 2018.
Filipinas - o país asiático chegou pela primeira vez ao pódio no ano passado, quando Carlos Yulo foi bronze no solo. Em Stuttgart, o garoto de 19 anos foi ainda mais longe e faturou no solo o primeiro ouro das Filipinas em Mundiais. O salto do país foi de 13º para quinto no quadro de medalhas. Yulo se garantiu na Olimpíada.

Desceu
China - pela primeira desde o Mundial de Birmingham 1993, os chineses acabaram sem nenhuma medalha de ouro. Líder do quadro de medalhas em 2017 e vice em 2018, a China caiu para a oitava posição, com três bronzes e duas pratas. Destaque para Tang Xijing, caloura de 16 anos que ficou com a prata no individual geral, atrás apenas de Simone Biles. A China já havia classificado suas equipes para Tóquio no Mundial de 2018.
Japão - anfitriões da Olimpíada, os japoneses tiveram um resultado bem abaixo do que esperado. Sem os astros Kohei Uchimura, Kenzo Shirai e Mai Murakami, os japoneses só levaram dois bronzes (por equipes masculinas e com Kazuma Kaya nas barras paralelas). O Japão caiu da oitava para a 13ª posição do ranking um ano antes de sediar os Jogos. Ao menos conseguiu classificar a equipe feminina para os Jogos. A masculina já estava garantida desde o Mundial de 2018.
Alemanha - donos da casa em Stuttgart, os alemães ficaram sem medalhas no Mundial. Nas suas maiores chances Elisabeth Seitz caiu nas assimétricas e Lukas Dauser nas paralelas. As duas equipes do país conseguiram se classificar para a Olimpíada, mas sofreram. O time masculino pegou a última vaga.
Grécia e Coreia do Norte - os dois países tinham um atual campeão olímpico defendendo o título mundial e brigando por vaga em Tóquio 2020. Só que Eleftherios Petrounias nas argolas e Ri Se-gwang no salto ficaram não apenas fora do pódio como também sem a classificação para a Olimpíada. Os dois têm poucas chances de buscar a vaga para defender o ouro olímpico através do Circuito da Copa do Mundo por aparelhos, que se encerra em março de 2020.

https://globoesporte.globo.com/ginastica-artistica/noticia/sobe-e-desce-biles-faz-eua-serem-lideres-e-brasil-cresce-com-ouro-de-nory-no-mundial-de-ginastica.ghtml
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Sebastian Vettel foi o personagem de um incidente curioso durante o GP do Japão. Pole position, o alemão largou muito mal e acabou perdendo a liderança para Valtteri Bottas, mas, nos replays da partida, viu-se que na verdade o piloto da Ferrari mexeu o carro antes de as luzes vermelhas se apagarem, freou, e depois acelerou. Teoricamente isso renderia uma punição a Vettel mas os comissários alegaram que o carro se mexeu dentro da margem de tolerência e não passou o colchete de largada.

"Os comissários revisaram as evidências em vídeo e o relatório de largada com base nas informações do transponder aprovado e fornecido pela FIA (Federação Internacional de Automobilismo) instalado em cada carro. Enquanto o vídeo mostra algum movimento, esse movimento estava dentro da tolerância aceitável do sistema de largada da F1", informou a FIA em comunicado.

Vettel reconheceu o erro na largada, mas não acredita que teria mantido a liderança ao longo da prova devido ao melhor ritmo dos carros da Mercedes, principalmente com os pneus mais gastos, pouco antes dos pit stops:

- As luzes estavam acesas havia muito tempo, mas foi meu erro, então perdi o impulso lá. Foi pior do que apenas ter uma largada ruim, foi uma largada muito ruim. E então foi difícil, porque a Mercedes foi bastante rápida na corrida, no fim dos trechos eles tinham mais ritmo do que nós. Não sei se teria vencido porque eles podem jogar muito mais com as táticas. Com a falta de ritmo hoje, o segundo lugar foi o máximo - mas com certeza não estou feliz com o começo da corrida.

Apesar de ter perdido a vitória, Vettel empatou com Max Verstappen (RBR) na quarta colocação na tabela, com 212 pontos. Os dois estão nove pontos atrás de Charles Leclerc, da Ferrari, enquanto Lewis Hamilton e Valtteri Bottas, da Mercedes, somam respectivamente 338 e 274.

https://globoesporte.globo.com/motor/formula-1/noticia/direcao-de-prova-explica-por-que-nao-puniu-vettel-pela-queima-de-largada-dentro-do-toleravel.ghtml
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Basquetebol / Domingo de pré-temporada da NBA tem ponte aérea incrível de Zion e surra
« Última mensagem por Guilherme em Outubro 14, 2019, 05:29:35 »
O domingo de pré-temporada da NBA foi movimentado. Foram sete jogos, e mais uma vez, o calouro Zion Williamson se destacou na rodada. Na vitória do New Orleans Pelicans sobre o San Antonio Spurs, ele assombrou o público buscando uma ponte aérea quase impossível. Outro destaque do dia foi o passeio do Boston Celtics sobre o Cleveland Cavaliers: foram 46 pontos de diferença. A noite teve ainda um toco desmoralizante sofrido por Joel Embiid, enterrada espetacular de Zach LaVine e pivô dos Wizards certeiro nas bolas de fora. Confira o que de melhor aconteceu na rodada.

Pelicans vencem a quarta seguida com direito a ponte aérea incrível
Promessa de ser o time sensação da temporada, o New Orleans Pelicans venceu seu quarto jogo seguido na pré-temporada. Triunfo por 123 a 114 sobre o San Antonio Spurs. Os Pelicans tiveram um início de jogo ruim, mas deslancharam nos últimos três quartos, liderados pelo badalado Zion Williamson, que saiu de quadra com 22 pontos, 10 rebotes e 2 roubadas de bola.

Zion "médico e monstro" - Nem tudo foi show na noite do badalado calouro. Sua noite também ficou manchada depois de um arremesso para três pontos sozinho, que sequer deu aro! Aí não, né Zion!

Com direito a ponte aérea improvisada, Celtics massacram os Cavs
A temporada 2019-2020 promete emoções amargas para os torcedores do Cleveland Cavaliers. Sem Kevin Love, o time foi amassado pelos Celtics, 118 a 72. A equipe de Massachusetts, por sua vez, deu um show na defesa e mostrou que esse será um ponto forte em sua campanha. Com muita intensidade nos dois lados da quadra e boa participação dos reservas, os Celtics foram muito superiores, chegando a vencer o segundo quarto por 37 a 9.

No segundo tempo, Brad Stevens poupou seus principais jogadores. O destaque entre os titulares foi Jaylen Brown, com 10 pontos, 3 rebotes e 3 assistências. Max Strus foi o cestinha, com 14 pontos. Outro que roubou a cena foi Marcus Smart, com uma ponte aérea improvisada para Robert Williams.

Com Lonzo Ball, Zion protagonizou o lance mais sensacional da partida. Ele completou uma ponte aérea dificílima, lançada de bem antes do meio da quadra. Outro que apareceu com destaque foi Jrue Holiday, anotando 16 pontos, 3 rebotes, 4 assistências e 3 roubadas de bola. Nos Spurs, o cestinha foi Bryn Forbes, com 18 pontos.

Cena pastelão - Um lance resume a tarde desastrosa dos Cavaliers. Cena pastelão que deixou o torcedor da franquia de Ohio de cabelo em pé. Morde, bola!

Pintura de Brandon Knight - É preciso fazer justiça. O Cleveland teve um bom momento em meio ao atropelo dos Celtics. Brandon Knight chamou Gordon Hayward para dançar e finalizou com uma bela bandeja.

https://globoesporte.globo.com/basquete/nba/noticia/domingo-de-pre-temporada-da-nba-tem-ponte-aerea-incrivel-de-zion-e-surra-dos-celtics-nos-cavs.ghtml
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O técnico Tiago Nunes destacou a superioridade do Athletico nos números, mas reconheceu o mérito do Flamengo neste domingo. O Furacão levou a melhor em vários quesitos, mas perdeu por 2 a 0. O atacante Bruno Henrique marcou os dois gols em jogo válido pela 25ª rodada do Brasileirão.

- Fizemos um jogo muito bom. Superamos o Flamengo em todos os números, menos no número mais importante, que é o placar final. Em termos de finalização, chances de gol e posse de bola, tivemos melhores números que eles, mas o aproveitamento acabou sendo melhor por parte do Flamengo. Parabéns à equipe que provavelmente será campeã brasileira, parabéns ao trabalho que é desenvolvido lá, mas fico tranquilo porque fizemos uma atuação compatível com a grandeza do Athletico.

Segundo números do GloboEsporte.com, o Athletico teve pequena vantagem nos números: mais finalizações (12 a 9), mais chances reais (7 a 6) e mais posse de bola (51% a 49%).

Os vídeos de Athletico 0x2 Flamengo
Marcelo não fica para 2020; entenda
Tiago Nunes explicou a escolha por Lucho González como titular. Erick tinha sido um dos destaques no 2 a 2 com o Corinthians, quinta-feira, fora de casa. O treinador, porém, optou pela entrada do camisa 3. Vale lembrar que Bruno Guimarães está com a seleção olímpica.

- A pergunta é por que não escolher o Lucho. O Lucho é um dos jogadores que sempre foi titular da equipe. Em termos técnicos, o Lucho não deixa a desejar nada para ninguém. Realmente o Erick fez uma grande partida lá contra o Corinthians, aproveitou sua oportunidade, mas, em um jogo do tamanho contra o Flamengo, eu optei por jogadores com a grandeza do jogo. É um cara que tem um currículo invejável. Não teria por que não pensar nele para um jogo tão importante.

Tiago Nunes também saiu em defesa de Léo. Após Wellington recuar na fogueira, o goleiro tentou devolver o passe, mas Bruno Henrique dominou e bateu no canto. O comandante rubro-negro assumiu a culpa e elogiou o estilo de jogo do Furacão.

- Se tem algum responsável pelo erro sou eu, Tiago Nunes. Eu que peço para jogar, contra o Flamengo em especial, que é uma equipe que tira a saída de bola. Se você não conseguir jogar pressionado, passa o jogo inteiro dando chutão para frente e vira ataque contra defesa. Hoje, o Athletico jogou e empurrou o Flamengo para o seu campo. O Flamengo fez cera, trancou o jogo, deu chutão para frente e jogou pelo resultado, coisas normais de uma grande partida e de equipes que se equiparam.

Com o resultado, o Athletico cai para a 10ª posição, com 35 pontos. Vale lembrar que o Furacão já está garantido na fase de grupos da Libertadores de 2020 por ter sido campeão da Copa do Brasil.

O próximo desafio do Athletico será contra o Fluminense. O jogo, válido pela 26ª rodada, está marcado para quinta-feira, às 21h, no Maracanã. O GloboEsporte.com transmite essa partida ao vivo.

https://globoesporte.globo.com/pr/futebol/times/athletico-pr/noticia/superamos-o-flamengo-em-todos-os-numeros-menos-no-mais-importante-diz-tiago-nunes.ghtml
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O empate sem gols com o Internacional, neste domingo, no Beira-Rio, fez o Santos ver o Flamengo (que venceu o Athletico em Curitiba) abrir dez pontos de vantagem na liderança do Campeonato Brasileiro.

Em entrevista coletiva após a partida contra o Colorado, o técnico Jorge Sampaoli admitiu a dificuldade na perseguição ao Flamengo no Brasileirão.

– A diferença que tem é a ver com o rendimento de uma equipe que ganha todas as rodadas (Flamengo). Nos custa seguir este ritmo. Temos que estabelecer um vínculo com o jogo. Não estamos mirando ninguém. Queremos chegar o mais alto possível na tabela – afirmou Sampaoli.
O argentino analisou o empate com o Inter. Ele viu o Santos melhor no primeiro tempo e admitiu o domínio do Inter na etapa final.

– Sabíamos que a partida aqui seria muito difícil. Inter não perdeu aqui (no Beira-Rio) ainda. Fizemos um primeiro tempo em que fomos superiores. No segundo perdemos um pouco do jogo, ficou mais dividido. Poderíamos ter definido no primeiro tempo, criamos jogadas de perigo e situação de gol. Depois, no segundo, perdemos a posse da bola. Inter aproveitava nossos erros nas entrelinhas com D'Alessandro, Nico... Isso fez com que perdêssemos a confiança no jogo.

– Fizemos uma partida incômoda no segundo tempo. Toda a comodidade do primeiro tempo se transformou em incômodo no segundo – definiu Sampaoli.

Com o empate no Sul, o Santos caiu novamente para a terceira colocação do Brasileirão, com 48 pontos, dois a menos que o Palmeiras e dez atrás do líder Flamengo, que venceu o Athletico fora de casa neste domingo.

O elenco santista se reapresenta na manhã desta segunda, no CT Rei Pelé. Apenas reservas irão a campo, enquanto os titulares farão trabalho regenerativo.

https://globoesporte.globo.com/rs/futebol/brasileirao-serie-a/noticia/apos-empate-no-sul-sampaoli-fala-de-caca-do-santos-ao-flamengo-nos-custa-seguir-este-ritmo.ghtml
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Após a vitória do São Paulo por 1 a 0 sobre o Corinthians, no Morumbi, neste domingo, pelo Brasileirão, o técnico Fernando Diniz avaliou a atuação do Tricolor como positiva. Mais do que isso: o comandante acha que o placar poderia ter sido mais folgado contra o rival.

– Temos que valorizar o que o São Paulo fez. O placar poderia ter sido, pelo menos, 2 a 0 para o São Paulo. A gente não sofreu em nenhum momento. Soubemos controlar o Corinthians com a posse, evitando o contra-ataque e a bola parada. Acho que poderíamos ter saído com um placar maior, muito pelo mérito do São Paulo que soube jogar contra o Corinthians. Aproveitar a oportunidade para agradecer o apoio do torcedor, que fez diferença. Espero que a gente consiga trazer mais alegrias – disse Diniz.

No primeiro tempo, o São Paulo, segundo Diniz, se arriscou menos do que deveria. Mas a mudança de postura na etapa final ajudou o Tricolor a conquistar a vitória em gol de pênalti de Reinaldo.

– Tínhamos que tomar cuidado com os contra-ataques do Corinthians. Na tentativa de se preservar muito, nos arriscamos menos do que deveria. No segundo tempo ajustamos para ser um time mais agressivo com a posse, que a gente tinha treinado. Não teve nada de surpresa no jogo. A gente tinha mais condição de atacar a primeira linha de volante deles, jogar atrás da linha e explorar os lados. No segundo tempo conseguimos fazer isso. A gente procurou retomar a bola antes. O São Paulo mereceu a vitória – analisou o técnico.

O São Paulo volta a campo pelo Campeonato Brasileiro na próxima quarta-feira, às 21h, contra o Cruzeiro, no Mineirão, em Belo Horizonte. Após 25 jogos, o Tricolor tem 43 pontos e aparece na quinta colocação.

https://globoesporte.globo.com/futebol/times/sao-paulo/noticia/diniz-valoriza-vitoria-do-sao-paulo-e-diz-que-placar-poderia-ter-sido-maior-no-classico-nao-sofremos.ghtml
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A confiança da diretoria do Atlético-MG no trabalho do técnico Rodrigo Santana acabou. A sequência de resultados negativos do clube, principalmente no Brasileirão (duas vitórias nos últimos 11 jogos) fez explodir a panela de pressão, e o treinador foi demitido do clube. O estopim foi mais uma atuação ruim na derrota para o Grêmio, por 4 a 1, no Independência.

Contra o Grêmio, o Atlético-MG foi mais uma vez dominado em casa e, com um desempenho bem abaixo do esperado pela diretoria, acabou não permanecendo no cargo. Minutos após o término do jogo, Rodrigo Santana já não estava mais no vestiário.

Rodrigo Santana foi efetivado pelo Atlético na inter-temporada durante a Copa América, após assumir o posto interinamente deixado vago com a saída de Levir Culpi e a eliminação do Galo na Libertadores. Com os resultados recentes no Brasileirão - seis derrotas seguidas, algo que não acontecia desde 1993 - e a ausência do clube alvinegro na final da Sul-Americana, aliado com uma sequência negativa no Brasileirão, foi retirado do posto de comandante do time principal.

Rodrigo Santana deixa o Atlético após 41 partidas, com 18 vitórias, 6 empates e 16 derrotas, com 50 gols marcados e 49 gols sofridos. O técnico chegou ao Galo em 2018, para assumir a função administrativa nas categorias de base, até chegar a ser treinador do sub-20 do clube e ser promovido pela direção ao cargo de técnico da equipe principal.

O alvinegro volta a campo na próxima quarta-feira, contra o CSA, em Maceió, e até lá já deverá ter anunciado seu novo treinador, que terminará a temporada 2019.

https://globoesporte.globo.com/futebol/times/atletico-mg/noticia/apos-resultados-ruins-atletico-mg-demite-rodrigo-santana-e-busca-treinador-para-reta-final-de-2019.ghtml
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No apagar das luzes
O duelo dos desesperados no Campeonato Brasileiro não teve vencedor. Na base do sufoco, a Chapecoense chegou ao empate diante do Cruzeiro aos 49 minutos do segundo tempo com gol de Camilo e evitou a recuperação do time mineiro na noite deste domingo, na Arena Condá, pela 25ª rodada, ao decretar o 1 a 1. O gol da Raposa foi através do zagueiro Dedé, aos três minutos do primeiro tempo. A Chape chega a 10 rodadas sem vencer, enquanto o jejum cruzeirense está em oito. A última foi em 1º de setembro (1 a 0 em cima do Vasco).

https://globoesporte.globo.com/sc/futebol/brasileirao-serie-a/jogo/13-10-2019/chapecoense-cruzeiro.ghtml
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